A campanha Pedestre pede Passagem está no ar! Basta acessar a página para cobrar do GDF a reforma das passagens subterrâneas no Eixão, abandonadas há muitos anos.
Mais de 80 mil pessoas atravessam a via expressa, diariamente, e enfrentam o dilema: se arriscar por baixo nas passagens destruídas, sujas e escuras, ou se arriscar por cima, entre os carros em alta velocidade.
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Dura realidade de quem atravessa o Eixão: alto risco por baixo e por cima.
Em novembro, o GDF deve começar a reforma das tesourinhas (passagens para carros sob o Eixão) e não há qualquer previsão de reformar as passagens para pedestres. O recapeamento das pistas no Eixão Norte e Sul está em ritmo acelerado.
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Recapeamento das pistas no Eixão em ritmo acelerado.
Portanto, precisamos pressionar o GDF e mostrar a importância de pensar também nos que caminham e pedalam pela cidade. Brasília para Pessoas e Íthaka participam da turma de formação Mobilizadores, da rede Nossas Cidades, com o objetivo de mobilizar as pessoas em busca de cidades melhores. Outros grupos se juntaram nessa campanha: Bike Anjo DF, Instituto MDT, Mobilize e Rodas da Paz.
Além da campanha virtual, estaremos no Eixão nos dias de semana e aos domingos para observar as condições de travessia e conversar sobre humanização na cidade. Vem junto com a gente!!!
VÍDEOS:
– Travessia nas passagens subterrâneas
– Travessia de alto risco no Eixão Norte
– Inacessibilidade em passagem subterrânea no início da Asa Sul










O descaso com as passagens de pedestre, nos eixos em Brasília, é assunto antigo, porém sempre atual e necessário.
Aqui haver consciência e respeito à acessibilidade.
Se ao pedestre comum, já é difícil, perigoso e muitas vezes inviável o uso das passagens subterrâneas, imagine para os portadores de necessidades especiais.
O próprio uso de bicicletas nas travessias, mostra-se extremamente complicado, e perigoso.
Seja pela ausência de rampas de acesso adequadas, seja pela segurança, na qual, a bicicleta sempre se tornar um alvo.
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Pedestres e ciclistas sofrem demais na cidade. O Eixão acaba sendo um muro que corta a cidade de norte a sul. Pra quem tem deficiência torna-se ainda mais desafiador. Imagina um cego ou um cadeirante nessas passagens com crateras.
Muita gente a pé e de bicicleta prefere fazer a travessia pelas tesourinhas, junto com os carros, para evitar as passagens subterrâneas sujas, escuras e fedorentas.
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