Mobilidade e COVID-19
Diversas cidades pelo mundo vêm adotando estratégias para desafogar o transporte coletivo e incentivar a mobilidade ativa. Bogotá ampliou a quantidade de ciclofaixas, Milão lançou o plano Ruas Abertas para priorizar pedestres e ciclistas e a França planeja incentivar o uso da bicicleta com infraestrutura e auxílio financeiro aos trabalhadores.
Nesse período de isolamento social, em razão da pandemia do coronavírus, o movimento de carros diminui bastante. Segundo dados do Departamento de Trânsito (Detran/DF), na segunda quinzena de março a queda na circulação de carros foi de 56%. E os benefícios são evidentes: menos poluição e congestionamentos, mais tranquilidade para atravessar as pistas e circular a pé e de bicicleta.
Por que não ter uma cidade com menos carros e humanizada também após a pandemia? Vale lembrar que crise é também oportunidade. Com a crise do petróleo na década de 70 (século passado), as cidades da Holanda se abriram para as pessoas, reduziram drasticamente a dependência do automóvel e hoje o país é uma referência em mobilidade e qualidade de vida.
Fica a reflexão: que cidade queremos após a pandemia? Esse é o primeiro vídeo no estilo ‘live’.
A ideia é produzir um vídeo por semana para refletir sobre diferentes aspectos da mobilidade. Bom filme e boa reflexão sobre os rumos das cidades.
Última atualização: 9/5 às 15:50
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– Notícias sobre cidades que incentivam a mobilidade ativa durante a pandemia:
Bogotá expande ciclofaixas em estratégia contra o coronavírus
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